Dar de beber à mente... é isso !

A exigência cada vez maior dos alunos e a forma tradicional e inadequada de ensino, resulta, no despertar do educador, para a necessidade de formação contínua e a consciência da necessidade de desenvolvimento pessoal e profissional.
O desenvolvimento pessoal ganhou uma dimensão auto – reflexiva e auto – formativa à medida que os professores começaram a adquirir a confiança na relevância do seu conhecimento profissional e na capacidade de se tornarem investigadores da sua própria prática.
Este despertar, permite o surgimento de uma nova modalidade de orientação que se destina a processos de supervisão na formação de professores, “um professor mais experiente orienta um candidato a professor, ou outro professor, no seu desenvolvimento, humano e profissional” (Alarcão, 1994).
Para se ser um bom professor, à que aprender a saber ouvir, aceitar o contributo e as experiências pessoais dos alunos.
A observação é também uma das capacidades que o professor tem de ter atenção, conhecer as aptidões e a realidade, pode ajudá-lo a dar uma resposta mais eficiente e melhorar os seus métodos de ensino.
Ao delinear os seus objectivos com o supervisor, o professor deverá ter uma predisposição para a mudança, sem medo de aceitar desafios, críticas, centralizando o seu trabalho unicamente a valores do passado ou padrões que se dizem de ensinamento normal...
O professor terá de estar seguro das suas convicções. Transmitir segurança é fornecer a pré disposição necessária à aprendizagem. Mesmo que se erre, é preciso reforçar que não somos Piaget, Vysgosky ou Hunter. O erro leva à reflexão e acertos dos nossos actos...
É preciso arriscar, ser criativo, transformar, planear, traçar objectivos para que os educandos se motivem e façam do acto de ensinar e aprender, um acto mágico.
A observação é também uma das capacidades que o professor tem de ter atenção, conhecer as aptidões e a realidade, pode ajudá-lo a dar uma resposta mais eficiente e melhorar os seus métodos de ensino.
Ao delinear os seus objectivos com o supervisor, o professor deverá ter uma predisposição para a mudança, sem medo de aceitar desafios, críticas, centralizando o seu trabalho unicamente a valores do passado ou padrões que se dizem de ensinamento normal...
O professor terá de estar seguro das suas convicções. Transmitir segurança é fornecer a pré disposição necessária à aprendizagem. Mesmo que se erre, é preciso reforçar que não somos Piaget, Vysgosky ou Hunter. O erro leva à reflexão e acertos dos nossos actos...
É preciso arriscar, ser criativo, transformar, planear, traçar objectivos para que os educandos se motivem e façam do acto de ensinar e aprender, um acto mágico.
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