sexta-feira, 29 de abril de 2011

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Aquí e agora- EU!..............................





* Ilustração de Mónica Carretero

Monica é uma artista de Madri, Espanha. Tem como principal atividade a ilustração de livros infantis. Monica Carretero foi premiada na Feira do Livro de Londres de 2010, no concurso de ilustradores, pelo seu desenho de “Lady Pirate” no “Manual de Piratas” , publicada pela Cuentos de Luz.
Foi a primeira espanhola a vencer um concurso organizado pela LBF, uma das feiras mais importantes a nível mundial para a indústria editorial.


ilustração Beatriz Vidal


E não é que o 7 se tornou um numero tão especial !!!
22 de Abril uma data que fica para sempre...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

ilustração de Carolina Ríos

A tranquilidade de muitos sorrisos.




quinta-feira, 21 de abril de 2011









A olho nú...


fotografia de Lilya Corneli


Há palavras que me passam pela mente, contornam os lábios e desenham-se na folha ... que até aqui era branca.

Devotchka- The oblivion

DIA 1

Acordar, beber um café, comprar flores, passear, aquecer nos (tímidos) raios de sol, comprar um livro, abraçá-la, embalar o corpo no electrico 28, chegar a casa,ler, brincar...
E para não cair no esquecimento, enquanto ouvimos musica desenhamos o dia 1...

terça-feira, 19 de abril de 2011

os convencidos da vida

Todos os dias os encontro. Evito-os. Às vezes sou obrigado a escutá-los, a dialogar com eles. Já não me confrangem. Contam-me vitórias. Querem vencer, querem, convencidos, convencer. Vençam lá, à vontade. Sobretudo, vençam sem me chatear.
Mas também os aturo por escrito. No livro, no jornal, Romancistas, poetas, ensaístas, críticos (de cinema, meu Deus, de cinema!) Será que voltaram os polígrafos? Voltaram, pois, e em força.
Convencidos da vida há-os, afinal, por toda a parte, em todos (e por todos) os meios. Eles estão convictos da sua excelência das suas obras e manobras (as obras justificam as manobras), de que podem ser, se ainda não são, os melhores, os mais em vista.
Praticam, uns com os outros, nada de genuinamente indecente: apenas um espelhismo lisonjeador. Além de espectadores, o convencido precisa de irmãos-em-convencimento. Isolado, através de quem poderia continuar a convencer-se, a propagar-se?
Os convencidos da vida só se isolam, por assim dizer, quando atingem uma certa cotação. As expressões «deixou de frequentar» ou «passou a frequentar» podem muito bem indicar, na desprevenida conversa quotidiana, subidas e descidas de cotação ou, mais simplesmente, mudanças de estratégia do convencido da vida. O convencido que se isola não o faz por desgosto da sua pessoa, senão perderia o estatuto e a prática de convencido da vida e correria o risco de se tornar um homem vulgar. Fá-lo para, arteiramente, tomar as suas distâncias. Por isso, quando isolado, o convencido «vai soprando notícias», «vai fazendo constar»... Maneira de, ausente, estar presente. Não há, nesse estudado isolamento, nenhum Vale de Lobos.
No seu corre-que-corre, o convencido da vida não é um vaidoso à toa. Ele é vaidoso que quer extrair da sua vaidade, que nunca é gratuita, todo o rendimento possível. Nos negócios, na política, no jornalismo, nas letras, nas artes.É tão capaz de aceitar uma condecoração como de rejeitá-la. Depende do que, na circunstância, ele julgar que lhe será mais útil.
Para quem o sabe observar, para quem tem a pachorra de lhe seguir a trajectória, o convencido da vida farta-se de cometer gaffes. Não importa: o caminho é em frente e para cima. A pior das gaffes, além daquelas, apenas formais, que decorrem da sua ignorância de certos sinais ou etiquetas de casta, de classe, e que o inculcam como um arrivista, um parvenu, a pior das gaffes é o convencido da vida julgar-se mais hábil manobrador do que qualquer outro. Daí que não seja tão raro como isso ver um convencido da vida a fazer plof e descer, liquidado, para as profundas. Se tiver raça, por-se-á, imediatamente, a refaire surface.Cá chegado, ei-lo a retomar, metamorfoseado ou não, o seu propósito de se convencer da vida - da sua, claro - para de novo ser, com toda a plenitude, o convencido da vida que, afinal... sempre foi.

Alexandre O'Neill, Uma Coisa em forma de Assim

domingo, 17 de abril de 2011

Força, coragem...

imagem de Berenika


Força, coragem... pausa, descanso; limites, beijos...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

hoje a noite começou assim, Era uma vez...



o medo do escuro, da noite escura,que se tranforma numa noite bonita e tranquila.
A importancia de ouvir, respeitar e entrar em acordo...
Acender a luz, dar colo e segurança... ajudá-las a dar nome aos seus medos internos.

Boa noite!

Esta história contada Pela Ana Mourato, teve outro encanto... obrigada!

Sobre... tudo.




Se querem realmente saber sobre o futuro, não perguntem a um técnico, um cientista, um fisico.
Não! não perguntem a quem está a escrever código.
Não, se querem saber como será a sociedade daquí a 20 anos, perguntem a um educador de infância, eles sabem.
N verdade, não perguntem a qualquer educador de infancia, perguntem a um com experiencia.
São eles que sabem como será a sociedade daqui a uma geração...


Clifford Stoll, sobre ... tudo

segunda-feira, 4 de abril de 2011



IDEIA que um dia saltou cá para fora e a tornou tão ESPECIAL...


This short film is a collection of photos and film clips showing Maia sharing books with her mother and father from birth to 22-months-old.


Uma das companhias para a vida...

domingo, 3 de abril de 2011

Depois de um belo fim de semana...já falta pouco para chegar a 2ª feira...

"Nada posso fazer: parece que há em mim um lado infantil que não cresce jamais".


Clarice Lispector
Educação
Charles Leadbeater: Inovação educativa dentro das favelas