Entre riscos e rabiscos, pinceis e pinceladas,folhas amachucadas, linhas lambuzadas, histórias inventadas, ideias sarapintadas, saltitonas e algumas engraçadas...
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cantar Juntos 2 é uma edição do A PAR , o seu lançamento será no dia 16 de Novembro, às 18h30 na sala 1 na Fundação Calouste Gulbenkian.
A PAR É um projecto de intervenção comunitária que tem sido implementado junto de populações vulneráveis, o seu princípio base é contribuir para o desenvolvimento de comunidades confiantes e com vontade de aprender.
Este livro pode ser encomendado através do e-mail: geral@a-par.pt
Ou aparecer no dia do lançamento...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Nós nascemos para ter asas meus amigos.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós nascemos para ter asas.
No entanto, em épocas remotas vieram com dedos pesados de ferrugem para gastar as nossas asas assim como se gastam tostões.
Cortaram-nos as asas como se fossemos apenas operários obedientes, estudantes atenciosos, leitores ingénuos de notícias sensacionais, gente pouca, pouca e seca.
Apesar disso, sábios, estudiosos do arco-íris e de coisas transparentes, afirmam que as asas dos homens crescem mesmo depois de cortadas, e, novamente cortadas de novo voltam a ser.
Aceitemos essa hipótese, apesar de não termos dela qualquer confirmação prática.
Por hoje é tudo. Abram as janelas. Podem sair.
Não se esqueçam de escrever por dentro do peito: nós nascemos para ter asas.
No entanto, em épocas remotas vieram com dedos pesados de ferrugem para gastar as nossas asas assim como se gastam tostões.
Cortaram-nos as asas como se fossemos apenas operários obedientes, estudantes atenciosos, leitores ingénuos de notícias sensacionais, gente pouca, pouca e seca.
Apesar disso, sábios, estudiosos do arco-íris e de coisas transparentes, afirmam que as asas dos homens crescem mesmo depois de cortadas, e, novamente cortadas de novo voltam a ser.
Aceitemos essa hipótese, apesar de não termos dela qualquer confirmação prática.
Por hoje é tudo. Abram as janelas. Podem sair.
José Fanha, 1985, Cartas de Marear
terça-feira, 2 de novembro de 2010
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