quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Mãe conta-me uma história

A menina que detestava livros

A menina que detestava livros, obra de estreia da indiana Manjusha Pawagi, é uma narrativa cujo tema anda à volta do gosto (ou da falta dele) pelos livros e pela leitura.



Era uma vez uma menina chamada Mina. Se, num livro, procurassem o significado do seu nome, descobririam que significa «peixe» em antigo sânscrito. Mas Mina não sabia, porque nunca procurava o significado de nada em lado nenhum. Mina detestava ler e detestava livros.
— Estão sempre no meio do caminho — dizia ela. E era verdade, porque em sua casa havia livros por todo o lado. Não apenas nas prateleiras e nas mesinhas-de-cabeceira, onde normalmente há livros, mas em todos os lugares onde geralmente não há livros.

Havia livros dentro de cristaleiras, de cómodas e de roupeiros, em guarda-fatos e em armários e dentro de arcas. Havia livros em cima do sofá e livros nas escadas, livros a abarrotar dentro da lareira e empilhados em cima de cadeiras...


Título A menina que detestava livros Autor(es) Manjusha Pawagi, Leanne Franson (ilustrador) Tipo de documento Livro Editora Terramar Local Lisboa Data de edição 2005 Área Temática Livros e Leituras, Animais, Casa, Família Tradução Catarina Ferrer

Baralho de ideias



Há aqueles que nos baralham, atiram ideias, reticências para o ar e nos fazem pensar...
A esses muito obrigado!

"Vivermos, homens que somos, sem pensar? Mas isso seria pormos entre parêntesis nem mais nem menos que a nossa qualidade essencial de homens.Pois o homem é precissamente, como disse Decartes , uma coisa que pensa"

Manuel Patrício
Dar de beber à mente... é isso !

A exigência cada vez maior dos alunos e a forma tradicional e inadequada de ensino, resulta, no despertar do educador, para a necessidade de formação contínua e a consciência da necessidade de desenvolvimento pessoal e profissional.
O desenvolvimento pessoal ganhou uma dimensão auto – reflexiva e auto – formativa à medida que os professores começaram a adquirir a confiança na relevância do seu conhecimento profissional e na capacidade de se tornarem investigadores da sua própria prática.
Este despertar, permite o surgimento de uma nova modalidade de orientação que se destina a processos de supervisão na formação de professores, “um professor mais experiente orienta um candidato a professor, ou outro professor, no seu desenvolvimento, humano e profissional” (Alarcão, 1994).

Para se ser um bom professor, à que aprender a saber ouvir, aceitar o contributo e as experiências pessoais dos alunos.
A observação é também uma das capacidades que o professor tem de ter atenção, conhecer as aptidões e a realidade, pode ajudá-lo a dar uma resposta mais eficiente e melhorar os seus métodos de ensino.
Ao delinear os seus objectivos com o supervisor, o professor deverá ter uma predisposição para a mudança, sem medo de aceitar desafios, críticas, centralizando o seu trabalho unicamente a valores do passado ou padrões que se dizem de ensinamento normal...
O professor terá de estar seguro das suas convicções. Transmitir segurança é fornecer a pré disposição necessária à aprendizagem. Mesmo que se erre, é preciso reforçar que não somos Piaget, Vysgosky ou Hunter. O erro leva à reflexão e acertos dos nossos actos...
É preciso arriscar, ser criativo, transformar, planear, traçar objectivos para que os educandos se motivem e façam do acto de ensinar e aprender, um acto mágico.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

viver é recordar

A M. como todas as crianças adora desenhos animados e até nós , adultos, cá de casa gostamos de a acompanhar nas suas mini maratonas :) de animação.

e porque não recordar algumas que nos ajudaram a crescer de uma forma tão saudável?

já agora espreitem ...
http://radiocomercial.clix.pt/animar/testes/infantil/index.aspx



boa viagem :)

Tom Sawyer



Heidi - Avozinho



Dartacão



Marco



Abelha Maia



Topo Gigio




...

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

...no País das Maravilhas


"Não serve de nada tentar" , disse a Alice,
"uma pessoa não consegue acreditar em coisas impossiveis."
"Permito-me afirmar que não tem tido muita prática, disse-lhe a Rainha. "Quando eu tinha a sua idade , treinava sempre meia hora por dia.
Chegou-me a acontecer ter acreditado em pelo menos seis coisas impossiveis antes do pequeno-almoço."
Lewis Caroll, Alice no País da Maravilhas